Vida de Campista 3

Mais um blog para contar nossas viagens. Acesse tambem Vida de Campista - http://sergiomoritz.blog.terra.com.br e Vida de Campista 2 - http://sergiomoritz2.blog.terra.com.br

10.1.12

Falta de espaço

 

Por falta de espaço nesta pagina acesse:

http://sergiomoritz4.blog.terra.com.br/

criado por sergiomoritz    23:03:15 — Arquivado em: Sem categoria

6.10.11

Projeto para viagem de Outubro/Novembro

Rota total

criado por sergiomoritz    23:26:00 — Arquivado em: Sem categoria

Projeto de viagem para Outubro e Novembro

Primera parte da viagem….Brusque para Novo Hamburgo – Industreiler 

Rota 1

Segunda parte … Novo Hamburgo para Machadinho, participar do encontro do Rancho Móvel.

Rota 2

Terceira parte … Machadinho para São Miguel das Missões, conhecer as Missões Jesuitas.

Rota 3

Quarta parte… São Miguel das Missões para Arapey, que ninguem é de ferro, temos que curtir um pouco da termas.

Rota 4

A volta vamos para Rivera, fazer umas comprinhas básicas, depois para Aroio do Sal, encontro do Rancho Móvel.

Rota 5

Eeeeeeeeee finalmente casa.

Rota 6

 

criado por sergiomoritz    22:44:08 — Arquivado em: Sem categoria

21.8.11

Viagem a Chapada Diamantina Mapas

Este é um mapa do Guia da Chapada com indicação de todos os pontos para visitação.

Mapa 1

 

Este é mapa da viagem que fizemos em carro próprio.

OBS.: O ponto B na realidade é Lençóis.

Mapa ida

criado por sergiomoritz    20:28:36 — Arquivado em: Sem categoria

Viagem a Chapada Diamantina (Parte 1)

As informações e parte do testo apresentado aqui, foram retirados do Guia Turístico da Chapada Diamantina. http://www.guiachapadadiamantina.com.br

A seguir um roteiro de uma das muitas agencias de turismo existentes na região.

1º Dia – Saída de Salvador em ônibus ou vôo. Recepção no Aeroporto ou Rodoviária de Lençóis. Transporte e acomodação na hospedagem escolhida. Às tarde uma caminhada para um city tour (visita histórica) por Lençóis, banho nos poços do Serrano, Poço Halley, Cachoeirinha, Cachoeira da Primavera e visita ao Salão de Areias Coloridas. Retorno por volta de 18h. Pernoite em Lençóis. Noite livre. Distância total em caminhadas ± 5 km 

2° Dia – Saída de Lençóis com destino à sede da Fazenda Os Impossíveis, que fica a 57 km. Em uma caminhada de 3 km até a Cachoeira dos Mosquitos, cujo nome se refere aos pequenos diamantes já encontrados na região. O terreno é praticamente plano, com algumas pedras e trechos de areia. Encontraremos nas proximidades da Cachoeira uma descida íngreme de quase 300m facilitada por corrimãos e pedras. Banho na Cachoeira dos Mosquitos. Retorno à sede da Fazenda para almoço. Após segue-se por 24 km até a sede do Complexo Arqueológico Serra das Paridas, com pinturas rupestres estimadas entre 8 a 12 mil anos. Aproveite para adquirir lembranças da Chapada, produzidas pelos moradores do Complexo. Entardecer no local e retorno para Lençóis. Distância total em caminhadas ± 7 km. Distância total em veículo ± 120 km

3° Dia – Após café da manhã, saída de carro para mais uma programação da Chapada. Vamos conhecer alguns dos principais cartões-postais: Poço do Diabo, ótima opção para banho em cachoeira e, em dias de grande movimento, para saltar de tirolesa e fazer rapel (opcionais); Fazenda Pratinha, onde estão localizadas a lagoa de água cristalina com uma tirolesa, a Gruta Azul e a Gruta da Pratinha, na qual poderá fazer flutuação (opcional); Gruta Lapa Doce, cujas estalactites e estalagmites impressionam os visitantes; e Morro do Pai Inácio, de onde se tem uma vista dos platôs que caracterizam a Chapada, a mais bela vista. No caminho, avistam-se os Três Irmãos e o Morro do Camelo. Distância total em caminhadas ± 6 km. Distância total em veículo ± 140 km

4° Dia – Dia mais tranqüilo da viagem. Saída após café da manhã para realizar a flutuação no incrível Poço Azul, caverna de água extremamente cristalina onde foram encontrados fósseis da preguiça gigante e uma espécie rara de peixe albino. Almoço típico no local. Pela tarde, visita ao Poço Encantado, que reabriu após 3 anos interditado pelo Ibama. No final da tarde, segue-se para a Vila de Igatu. Lá conheceremos o Museu a céu aberto Arte e Memória, o casario de pedras, as ruínas e um pouco de suas singularidades. Jantar e pernoite em Igatu. Distância total em caminhadas ± 2,5 km. Distância total em veículo ± 150 km

5° Dia – Café da manhã. Saída de Igatu para percorrer 100 km de carro até Ibicoara, no extremo sul do Parque Nacional da Chapada Diamantina. De lá, o guia local acompanhará pelo Parque Natural Municipal do Espalhado até o ponto de partida para a Cachoeira do Buracão, a 30 km. Em 3 km de trilha, desceremos por escadas, passaremos por poços, cascatas e pelo Recanto Verde, “o rio vertical”. Aos poucos os cânions vão aparecendo e a trilha chega ao fim. O que você escolhe: nadar entre os cânions ou caminhar neles até chegar à Cachoeira do Buracão ou ficar no Poço dos Trouxas esperando pelo grupo? Depois de tomar banho na Cachoeira do Buracão, lanche e retorno para o ponto de partida. No caminho, parada para ver e fotografar o Buracão por cima. Saindo de Ibicoara, no final da tarde chegaremos a Mucugê. Visita ao Cemitério Bizantino, jantar e pernoite em Mucugê. Distância em caminhadas ± 6 km. Distância total em veículo ± 240 km

6º Dia – Café da manhã. Saída de carro para passar pela Estrada mais linda da Chapada, às margens da Serra do Sincorá. Neste horário, os raios solares contrastam com as montanhas e a paisagem fica ainda mais deslumbrante. Seguiremos até Guiné, portal de entrada para o Vale do Pati, cuja travessia é considerada a mais linda do Brasil. Em Guiné, o veículo para e daremos início à caminhada para apreciar a vista dos mirantes do Vale. Lanche durante a trilha. No final da tarde, o veículo segue para a vila do Vale do Capão. Jantar e pernoite na comunidade. Distância em caminhadas ± 19 km. Distância total em veículo ± 240 km

7º Dia – Após o café da manhã, iniciaremos a trilha para a Cachoeira da Fumaça, a segunda maior do Brasil em queda livre, com quase 400m. São 2km de subida e 4,5km em terreno plano até o mirante, de onde se tem uma vista privilegiada do Vale e da cachoeira, que tem água somente em períodos chuvosos. Lanche no local. Pela tarde, banho relaxante no Riachinho e retorno para Lençóis para pernoite. Distância em caminhadas ± 13 km. Distância total em veículo ± 75 km

8° Dia – Dia livre. Transporte até a Rodoviária ou Aeroporto da cidade. Fim de nossos serviços

Nós fizemos uma opção de 3 dias, sendo:

1º dia – Visita na parte norte da Chapada, com pernoite em Lençóis.

2º dia – Visita ao Poço encantado e Poço Azul com pernoite em Mucugê.

3º dia – Visita na parte sul da Chapada, Cachoeira do Buracão, com pernoite em Mucugê (é possível pernoitar em Ibicoara).

Dia 04/08/2011 saímos de Porto Seguro as 06:30 h. para percorrer 765 km até Lençóis, que fica no norte da Chapada Diamantina.

Vale destacar que o visual no caminho até a Chapada é gratificante.

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Chegando em Lençóis fomos nos hospedar no Hotel Tradição, no centro da cidade. A noite fomos lanchar em um dos restaurantes do centro e em seguida fomos a uma agencia de turismo contratar um guia para um passeio no dia seguinte.

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Dia – 05/08/2011 as 08:00 h. encontramos com o guia contratado, na Agencia ECOTUR, e com veiculo próprio, iniciamos um percurso de 20 km, a partir da cidade de Lençóis, com destino ao Rio Mucugezinho. O seu leito de pedras, forma várias cachoeiras, saltos, tobogãs, crateras e várias quedas d’água, sendo a maior delas a cachoeira do Poço do Diabo, com 22 metros de queda e um lago muito agradável para banho. Neste poço é possível a prática de esportes como o rappel e a tirolesa.

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Um pouco de artesanato caracteristico da região.

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Seguimos mais 50 km e chegamos na Gruta da Lapa Doce.

Gruta da Lapa Doce

Localizada no município de Iraquara na Chapada Diamantina, a Gruta da Lapa Doce faz parte de um complexo de cavernas calcáreas, diferenciando da maioria das cavernas da região por ser ampla, arejada e quase toda plana. Considerada a terceira maior do Brasil, a caverna possui 20 km mapeados, onde 850 m são abertos à visitação. Sua dolina (depressão externa formada pela dissolução ou desmoronamento de material calcário) surpreende pela grandiosidade – 72 metros de altura. Seu maior salão não fica atrás: tem 60 metros de largura.

Por um erro, não tenho fotos do interior da gruta.

Na fazenda existe um Umbizeiro preservado.

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Saida da Gruta da Lapa Doce.

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Próximo a Gruta da Lapa Doce, tem a Gruta da Fumaça.

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Saindo da Gruta da Fumaça, percorrendo 6 Km em estrada de chão, chega-se na Gruta da Pratinha, caverna escavada caprichosamente pelo rio Pratinha, cuja água é de um tom azul transparente que reflete o brilho prata do fundo da gruta rico em calcário e magnésio. Nas águas, vivem cerca de dez espécies de peixes visualizados a olho nu. A Gruta da Pratinha propicia a prática de flutuação. O rio Pratinha forma uma lagoa muito agradável para o banho conhecida como “Lagoa Azul”. Tirolesa é uma opção de esporte praticado na lagoa.

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Na Lagoa Azul……….

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Bem ao lado da Lagoa Azul, pode-se visitar a Gruta Azul, uma caverna alagada cuja água atingida pelos raios de sol cria efeitos de um azul incrível.

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Almoço no restaurante da Pratinha.

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No final da tarde, visitamos o Morro do Pai Inácio para admirar a vista panorâmica e contemplar o entardecer. O Morro do Pai Inácio, que é considerado o cartão postal da Chapada Diamantina, localiza-se numa posição bem central da Chapada, o que permite a vista panorâmica de grande parte das elevações mais imponentes da região, como as serras da Bacia, Mucugezinho, Sobradinho e os belos morros do Camelo e Morrão.

criado por sergiomoritz    19:08:30 — Arquivado em: Sem categoria

Viagem a Chapada Diamantina (Parte 2)

Morro do Pai Inácio

Ele é o ícone da Chapada Diamantina. Possui 1.120m de altitude e pertence ao município de Palmeiras. A trilha para chegar ao seu topo é leve e o acesso é fácil e rápido, ficando na margem da BR-242, a 27 Km do município de Palmeiras e a 26 km de Lençóis. Atualmente ele é monitorado pelo GAP (Grupo Ambientalista de Palmeiras).

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  Lençóis

Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), esta pequena cidade é o portal da Chapada Diamantina, graças à sua infraestrutura hoteleira, com cerca de dois mil leitos, aos seus restaurantes de alto nível e aos vôos regulares vindos de Salvador. Nos últimos anos, Lençóis vem ganhando ares cosmopolitas, com habitantes vindos de todos os cantos do mundo. Os seus principais atrativos são: os casarios do século 19; a história e cultura herdadas do garimpo; a Serra do Sincorá, e os mais de 20 atrativos naturais de fácil acesso em toda a sua volta. Muitos estão localizados próximo ao perímetro urbano, como o Rio Serrano. Lençóis também concentra o maior número de agências de turismo que organizam passeios para toda Chapada Diamantina. Para completar, a cidade possui uma agenda cultural diversa, com opções que variam de festas tradicionais, como o São João, a shows de MPB como o Festival de Lençóis.

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Dia – 06/08/2011, saímos de Lençóis e fomos em direção a Nova Redenção, com a finalidade de conhecer o Poço Encantado e Poço Azul.

Por informação desencontrada, percorremos cerca de 20 km em estrada de terra, atravessamos o Rio Paraguassu em uma balsa movida por remos, para chegar ao Poço Encantado.

Poço Encantado

Sua água é tão cristalina que não é possível perceber onde o meio aquático começa. As pedras localizadas a 50 metros de profundidade são vistas nitidamente, além do reflexo da luz que transforma a água em um espelho mágico. O encanto realmente acontece quando um raio de sol atravessa o poço, principalmente nos meses de abril a agosto, refletindo um azul límpido. Está localizado no município de Itaetê.

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Para chegar no poço, temos uma trilha por escadas com 315 degraus.

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Em seguida fomos para o Poço Azul, segue-se por um trecho de estrada pavimentada e 18 km em estrada de terra, atravessamos o Rio Paragussu em uma canoa, para chegar ao ponto onde se encontra o Poço.

Poço Azul

Aqui o luxo é poder banhar-se nas águas cristalinas. O azul vivo da água deve-se à luz que vem do sol. O atrativo pertence ao município de Nova Redenção e para visitá-lo é necessário pagar taxa de entrada. O lugar possui restaurante, estacionamento e loja de artesanato.

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Após a visita, nos deslocamos para Mucugê, onde nos hospedamos na Pousada Alto da Pedra.

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Viagem a Chapada Diamantina (Parte 3)

Mucugê

Nesta linda cidade foram descobertos os primeiros diamantes da Chapada Diamantina, em 1844, o que explica o seu conjunto arquitetônico neoclássico e neogótico tombado como Patrimônio Nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Rodeado de montanhas e construída no meio da Serra do Sincorá, Mucugê possui temperatura média de 19º C. Um de seus destaques está no Parque Municipal de Mucugê, que abriga o bem-sucedido Projeto Sempre-Viva de educação e preservação ambiental, e o Museu Vivo do Garimpo. Privilegiado, 52% do município é coberto pelo Parque Nacional da Chapada Diamantina, dando acesso a importantes trilhas, como a do Vale do Pati.

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Em Mucugê, também se encontra o Cemitério de Santa Izabel, em estilo bizantino, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

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Dia – 07/08/2011, fomos para Ibicoara, no extremo sul do Parque Nacional, com finalidade de conhecer um dos atrativos que mais impressionam, a Cachoeira do Buracão, com 80 metros de queda livre em forma circular num cânion sinuoso. O passeio oferece um belo visual da cachoeira por cima e, por baixo. A água que corre por entre o paredão de pedras deságua em um poço enorme que proporciona um banho com gosto de aventura. O passeio é feito inicialmente de carro até o município de Ibicoara, e mais 6 km de trilha (ida e volta), bastante tranqüila, beirando o rio Espalhado. De Mucugê até Ibicoara são 80 km de asfalto, mais 30 km em estrada de terra, parte em uma fazenda e parte no Parque Natural Municipal do Espalhado e 3 km de trilha. Para chegar no poço temos uma descida de aproximadamente 80 m. pela encosta do paredão.

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Subindo pela trilha na encosta do paredão.

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Na foto a seguir, pode-se ver o Recanto Verde, onde tem o chamado “o rio vertical” que realidade é uma cachoeira onde a água que percorre por entre as pedras por baixo da terra, brota na encosta do paredão.

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No paredão do poço pode-se observar varias arvores cujas raizes vão buscar água da coredeira.

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Ibicoara

A Cachoeira do Buracão abriu os caminhos do turismo para o município de Ibicoara, no sudoeste da Chapada Diamantina, a 1.700m de altitude, em um clima típico do semi-árido. Os canyons sinuosos atraem adeptos que encontram nesse destino diversas opções para a prática de rapel, cascading, escalada e trekking de forma isolada ou em conjunto, no canyoning – uma das modalidades mais emocionantes do turismo de aventura que consiste na descida esportiva de canyons e rios encachoeirados, transpondo desníveis com a utilização de equipamentos apropriados e técnicas diversas.

O Parque Natural Municipal do Espalhado se destaca entre os atrativos naturais do município com diversos saltos, canyons e cachoeiras. É uma unidade de conservação com uma área de 611 ha, a 30 km da sede do município. Sua principal atração é a cachoeira do Buracão, considerada uma das mais bonitas de toda a Chapada Diamantina, formada pelo rio Espalhado, com cerca de 85m de altura. A trilha oferece uma paisagem deslumbrante com remanescentes de mata e vegetação rupestre em trechos da serra do Sincorá.

A trilha margeia o rio Espalhado, as cachoeiras do Recanto das Orquídeas, do Recanto Verde, travessia do canyon até o poço do Buracão.

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Retornando do passeio pernoitamos em Mucugê para no dia seguinte retornar a Porto Seguro.

A seguir algumas informações do Guia da Chapada Diamantina. 

O Parque Nacional da Chapada Diamantina é guardião de muitas riquezas naturais, ocupando cerca de 152 mil hectares, um dos maiores Parques de Preservação do país.

Em 1985, através do Decreto Nacional n˚. 91.655, foi criado o Parque Nacional da Chapada Diamantina (PNCD) para a preservação das belezas cênicas do local. Porém, o grande objetivo da manutenção do parque está na preservação das suas nascentes e de um banco genético importantíssimo para a pesquisa científica e para a conservação da biodiversidade. De acordo com o coordenador da unidade de conservação, Christian Liel Briilintk, foram catalogadas no Parque 200 espécies vegetais endêmicas e 50 animais.   Atualmente o PNCD é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação Ambiental, uma autarquia ligada ao Ministério do Meio Ambiente, que trabalha exclusivamente em prol das áreas de preservação e possui duas linhas básicas de atuação: a fiscalização e a pesquisa.

Porém, a conscientização da população também tem sido uma das frentes de trabalho realizadas em parceria com os movimentos ambientalistas. Nos últimos anos, a sociedade civil tem se organizado significantemente para a proteção do lugar. Um dos exemplos está no GAP (Grupo Ambientalista de Palmeiras) e no GAL (Grupo Ambientalista de Lençóis). Além do apoio dado pelas 14 brigadas voluntárias e pelas ACVs (Associações de Condutores de Visitantes) espalhadas pelos municípios ao redor do parque. Junto a órgãos públicos como o INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), uma das ações do instituto tem sido a regularização fundiária. Fazendeiros e até comunidades tradicionais estão desapropriando o local, de forma pacífica, para contribuir com a sua preservação.

Trabalho coletivo

Cuidar de um paraíso do tamanho do Parque Nacional da Chapada Diamantina não é tarefa fácil. Além do mais, é tarefa de todos nós. Os órgãos e entidades ligados à preservação da área tem lançado campanhas de conscientização para que a comunidade e o turista também tenham esse compromisso. Qualquer pessoa que testemunhar algum incêndio ou irregularidade no PNCD e em seus arredores deve denuncia

Fauna e Flora

A vegetação predominante da Chapada é conhecida como campo rupestre, que em geral é mais rasteira, porém é considerada um dos ecossistemas mais ricos do mundo, comparável à Mata Atlântica e à região do Cabo na África do Sul. Nele é possível encontrar mais de 100 tipos de orquídeas, inúmeras bromélias, cactos, begônias, trepadeiras e sempre-vivas, que podem ser apreciadas de abril a agosto. A variedade de animais também é imensa, principalmente as aves, que são mais de 250 espécies.

O beija-flor-gravatinha-vermelha é endêmico na Chapada Diamantina e habita áreas superiores a mil metros de altitude. Nas matas chapadenses também vivem o tamanduá bandeira, o macaco prego, a jaguatirica e muitos outros animais

Geologia

Há cerca de 1,8 bilhão de anos, aqui, onde hoje é sertão, já foi banhado pelas águas do mar. A Chapada foi coberta pelo oceano até que um choque de placas tectônicas criasse as profundas fendas e depressões que compõem atualmente a geologia da região. Assim, iniciou-se a formação das serras sedimentares, através da ação dos ventos, rios e mares, que juntaram pedacinhos de diversas pedras e desenharam as paisagens locais, criando a Bacia do Espinhaço, com elevações de formatos bem diversificados. A região está dividida geograficamente entre várias serras, como a Serra de Rio de Contas, do Bastião, da Mangabeira, das Almas e do Sincorá. Elas são as divisoras de água entre a bacia do Rio São Francisco, Rio de Contas e o Paraguassu, que deságuam no Oceano Atlântico

Águas

Aqui é o berço de 50% dos rios que banham o Estado da Bahia, tendo como o seu principal o Rio Paraguassu, fundamental para a vida no semiárido baiano. E como não poderia deixar de ser, as águas da chapada também são inusitadas. É possível nadar em águas muito escuras e em águas ultra transparentes. Porém, todas são limpas. Essas águas negras são como “um chá natural gigante”, compara o biólogo Roy Funch, um dos principais responsáveis pela criação do Parque Nacional da Chapada Diamantina

Clima

Um dos quesitos mais agradáveis da Chapada Diamantina é o clima. Alguns municípios como Piatã, que possui o pico mais alto do nordeste brasileiro, e Morro do Chapéu, atingem temperaturas de até 10ºC no inverno. Os municípios de Andaraí, Lençóis, Mucugê e Palmeiras recebem a maior parte das chuvas entre os meses de fevereiro a junho, e também possuem baixas temperaturas durante a noite. Porém, o protetor solar é indispensável, até nos dias nublados. Mesmo no inverno, o sol reina e as temperaturas são em torno de 25ºC a 30ºC.

criado por sergiomoritz    18:25:35 — Arquivado em: Sem categoria

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Viagem ao Uruguai–abril 2011 (Parte 1)

Pela primeira vamos  fazer uma viagem ao Uruguai, passando pela parte leste deste pais.

Saímos de Brusque no dia 14/04/2011 as 18:30 h. Pernoitamos em um Posto próximo a Paulo Lopes, com a finalidade de encontrar com um companheiro de viagem em Sombrio, no dia seguinte, para continuar a viagem.

Dia 15/04/2011, saímos de Sombrio a 12:00 h. com a finalidade de encontrar com mais um companheiro, após Porto Alegre, e continuar a viagem. Fomos pernoitar em São Lourenço do Sul.

Dia 16/04/2011 chegamos ao Chuí, logico que teve aquela parada para umas compras básicas. Pernoitamos em um Posto de combustível, ainda no Brasil.

Dia 17/04/2011 entramos no Uruguai, pegamos a estrada com a finalidade de conhecer Punta Del Este. Como nos caminhos, sempre tem aqueles locais conhecidos por alguns e não por outros, entra por aqui e por ali, para conhecer novos lugares.

Mapa Uruguai 3

Esta viagem tinha a finalidade de conhecer Punta Del Este e Montevideo, como pontos principais, e fechar com uma semana no Arapey. No caminho para Punta Del Este, fizemos uma pequena parada no Parque Nacional de Santa Teresa, onde tem o Forte de Santa Teresa e uma maravilhosa área de camping a beira mar. Como estava chovendo, não tivemos condições de desfrutar e conhecer um pouco mais deste Parque.

A seguir, todos os textos em itálico, foram extraídos de paginas pesquisadas na Internet.

O Parque Nacional de Santa Teresa localiza-se no Departamento de Rocha, no Uruguai. Conta com uma área de 3.000 hectares e mais de dois milhões de árvores. Embora a região de Rocha seja caracterizada por grandes dunas, o projeto de Santa Teresa optou por um reflorestamento em um critério mais amplo, utilizando-se não só exemplares da flora nativa do Uruguai mas também exótica. Bem cuidado e limpo, zeloso com o meio-ambiente, o parque teve inaugurado recentemente o roseiral mais importante do país, com mais de 330 diferentes espécies. O visitante conta com áreas de acampamento, providas com todas as comodidades. Destacam-se mais de 60 km de trilhas, quatro grandes praias com formações rochosas e pesca abundante, o conjunto da Fortaleza de Santa Teresa e outros, com destaque para um museu dedicado ao trabalho do historiador Horacio Arredondo na recuperação das fortificações da região.

O Forte é uma construção militar iniciada pelos portugueses em 1762 para defender os limites territoriais português na luta contra a Espanha. Hoje abriga um museu militar bem completo. Além disso, possui um parque com todo tipo de fauna, flora e praias para todos os gostos. O Forte Santa Tereza fica a 35Km do Chuí, e fica bem ao lado da estrada que leva a Punta Del Este. A Fortaleza de Santa Teresa localiza-se na atual cidade de Castillos, Departamento de Rocha, no Uruguai. Considerada a mais expressiva do país, esta fortaleza inscreve-se no Parque Nacional de Santa Teresa, criado para protegê-la.  Integrava a antiga linha raiana denominada como Linha de Castillos Grande (Tratado de Madrid, 1750) e tinha a função de guarnecer o desfiladeiro de Angostura, vizinho ao monte de Castillos Grande, cerca de vinte quilômetros ao sul da Lagoa Mirim.

O forte apresenta planta poligonal orgânica no formato de um pentágono irregular, com bastiões lanceolados nos vértices, no estilo Vauban. Suas muralhas duplas em silharia de pedra envolvem um perímetro de 642 metros, e receberam um acabamento mais acurado devido à existência, na região, de granito. Sólidas plataformas internamente ao longo das muralhas, serviam tanto para plano de manobras dos canhões quanto para proteção a um amplo pátio interno. Para o deslocamento das peças de artilharia, os diversos planos eram ligados por rampas. Ao redor do terrapleno, ao abrigo das muralhas, estavam distribuídas as edificações: Casa do Comandante, Capela e Quartel dos Oficiais, Casa da Pólvora, Quartel da Tropa, Cozinha e Depósitos de mantimentos e as diversas oficinas. Entre os prédios e a muralha havia espaços reservados à guarda dos cavalos.

Forte Santa Teresa

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E vamos nós seguir pelas estradas.

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Já próximo a Punta Del Este, vamos conhecer mais um pouco do litoral Uruguaio.

A primeira delas foi La Barra.

Uma antiga cidade de pescadores situada a poucos quilômetros de Punta del Este, La Barra é um dos lugares favoritos dos turistas. Caracteriza-se por ter próprio estilo, com suas casa coloridas e seus restaurantes que fazem as delícias dos gourmets. Também se destaca por ser a estradas das artes e antiguidades. Tem fantásticas praias como Montoya, Manantiales, Bikini, Punta Piedras e El Chorro. A noite é cheia de jovens na busca de diversão nas boates e pubs que abrem suas portas com a mais variada seleção musical. Os restaurantes fazem as delícias dos gourmets, com os seus lugares de Sushi, churrasco e cozinha italiana. Uma dica para os jovens: a noite começa depois de jantar: uma ou duas horas da madrugada..

Esta é a ponte que permite a entrada para La Barra.

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Um pouco de La Barra.

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Vamos conhecer mais um pouco? Vamos a Punta Manantiales.

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Na foto a seguir, pode-se avistar Punta Del Este, ao fundo.

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E la vamos nós, para Punta José Inácio.


É um paraíso de paz e tranquilidade. A ponta de José Ignacio, é um lugar paradisíaco situado a quase 30 km da península e tem 2 km de extensão de praias. Logo em frente do Oceano Atlântico é de aspecto rústico. Fica longe do ruído das boates e dos pubs e o único ruído que você vai ouvir é o das ondas do mar e do vento. José Ignacio é o lugar perfeito para você ter umas férias inesquecíveis. Os restaurantes aqui são uma combinação de requinte e sofisticação com rusticidade, onde você poderá encontrar cozinha internacional e tradicional especializada em frutos do mar. Os ricos e famosos de todas as partes do mundo vêm aqui para construir suas casas que são uma combinação da alta tecnologia com a simplicidade da madeira e da pedra.

No caminho um bando de Flamingos para alegrar nosso visual.

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Nesta viagem, além dos companheiros  André e Rosana, Vanio e Rosane, tivemos a companhia de nossa filha Patrícia, a neta Nycole e o neto Leonardo.

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E agora? Vamos para Punta Del Este.

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Punta del Este é uma cidade do Uruguai, localizada no departamento de Maldonado. Está entre os dez balneários de luxo mais famosos do mundo e é um dos mais charmosos da América Latina, oferecendo tanto praias oceânicas (oceano Atlântico) quanto de rio (Rio da Prata).

A cidade foi fundada em 1829 por Don Francisco Aguilar, e seu primeiro nome foi Villa Ituzaingó. Em 1907, passou a se chamar Punta del Este. Nas temporadas de verão o balneário ultrapassa os 200 mil habitantes.

Punta é famosa mesmo pelo agito noturno, cassinos, restaurantes, prédios e casas de luxo, que representam bem o estilo extravagante da cidade. Não foi à toa que o lugar inspirou a criação da Ilha de Caras. A água do mar pode ser fria, mas suas ondas e repuxos são propícios para esportes como surfe e windsurf, enquanto que no rio mergulhadores, pescadores e praticantes de iatismo e jet-ski encontram o lugar ideal. Já os banhistas aproveitam todas as alternativas.

Um dos pontos mais relevantes da cidade é a avenida "Gorlero", principal avenida do balneário; em torno dela surgiu a vida turística de Punta del Este; nela situam-se galerias comerciais, restaurantes, cinemas, cassinos, lojas e muitos outros atrativos.

O lugar de maior interesse da avenida é a Praça Artigas, onde está montada a feira popular de artesanato, ali pode-se apreciar e adquirir artesanato de excelente qualidade feito em couro, pedra, metal, vidro e outros materiais.

A mais famosa popular de todas é a Praia Brava, de mar aberto, ondas fortes e água fria, invariavelmente lotada na alta temporada, e onde fica o cartão de visitas mais famoso de Punta, o monumento La Mano, obra do chileno Mario Irarrazabal os dedinhos saindo da areia, ou "a presença do homem surgindo na natureza", na visão do artista.

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Pernoitamos em um estacionamento na Praia Brava.

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Dia 18/04/2011 foi destinado a conhecer um pouco de Punta Del Este.

 

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Continua na Parte 2

criado por sergiomoritz    22:50:13 — Arquivado em: Sem categoria

Viagem ao Uruguai–abril 2011 (Parte 2)

Continuamos nossa viagem.

Dia 18/04/2011 fomos para Punta Ballena, agora com a finalidade de acampar no Camping Punta Ballena, pois queríamos conhecer o camping e estávamos necessitando dar uma parada para aquela geral nas Casas Rodantes.

O Camping Punta Ballena tem 4 hectares arborizados e ajardinados com campo de futebol, vôlei, parque infantil, etc. Para o turista que planeja sua viagem a Punta del Este, e deseja encontrar um camping, para ficar hospedado em uma grande área verde, com toda infra estrutura para receber seus turistas, não somente estrangeiros, como também os próprios uruguaios, tem junto ao balneário esta opção. O Camping Punta Ballena, localizado a 14 quilômetros de Punta del Este, com área para barracas, treiler e Motor Home além de cabanas para os campistas, com água, luz, banheiro, área para churrascos, os chamado parrilleros, banheiro coletivo, com água quente, possui inúmeros serviços, salas de jogos, piscinas, serviço de cyber café, supermercado interno , no próprio camping.

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Dia 19/04/2011 pegamos a estrada as 14:00 h. com destino a Montevideo. Mais uma parada para conhecer outro balneário, agora o de Piriapolis.

Piriápolis, no Uruguai, é um lugar ideal para relaxar em contato com a natureza. Há muitos anos, vem sendo um encontro obrigatório para diversos veranistas do rio da Prata. Fundado no início do século 20, esse balneário está repleto de elementos que remetem às ciências naturais e à cabala.
A cidade fica a 100 km de Montevidéu e a 30 km ao sul de Punta del Este. Ali se localiza o famoso hotel Argentino, um dos mais importantes da América Latina. Inaugurado em 1930, a luxuosa construção inspirada nos hotéis italianos foi toda decorada com móveis da Áustria, cristais da República Checa, louças da Alemanha e outros requintes. Lá, dá para se divertir no cassino ou relaxar fazendo talassoterapia, que usa a água do mar de forma terapêutica. As piscinas de águas termais e terapias rumanas revitalizam a beleza.
Outro ponto turístico interessante que Piriápolis abriga é o Castillo de Piria, antiga residência do fundador alquimista da cidade e atual museu que recebe exposições de arte. O balneário uruguaio guarda intactas algumas obras e construções da bela época. Vale a pena andar de teleférico para ter uma bela vista da região.

Praias de Piriápolis

As praias marítimas de Piriápolis são muito frequentadas. Em apenas 25 quilômetros de litoral podemos percorrer um panorâmico caminho visitando muitos balneários muito diferentes entre si. A oferta satisfaz todos os gostos, desde praias ideais para quem procura paz e tranquilidade, e para quem curte a prática de esportes como a pesca e o surfe. São de areias brancas, pouco profundas e resguardadas dos ventos oceânicos pelos morros, de águas cálidas e transparentes, de fundo rochoso, solitárias e ideais para os amantes da privacidade.


Praia da Beira-mar em Piriápolis

Esta é sem dúvida a praia mais frequentada do balneário, está formada por La Rinconada, Los Ángeles e Portales, três praias cada uma perto da outra como se fossem uma só. Está localizada em pleno centro de Piriápolis é uma das praias mais agradáveis para passear e tomar banho de sol, as águas são calmas e pouco profundas, ideais para as crianças e para praticar windsurfe.

Praia San Francisco em Piriápolis

Esta praia se encontra ao leste de Piriápolis, entre Punta Fría e Punta Colorada. Seu nome deve-se ao santo cujo nome levou o fundador do balneário dom Francisco Piria.

Praia Hermosa em Piriápolis

Encontra-se unida a Praia Verde por "Proa ao Mar" e respaldada pelo Morro de los Burros. As ondas de escassa magnitude e o suave declive do leito marinho fazem com que esta praia seja especialmente apta para banhos das crianças e um dos lugares prediletos para os esportes náuticos.

Praia Grande em Piriápolis

Esta praia está separada do balneário pela canhada "Zanja Honda", é a continuação da Praia de La Rambla, se caminharmos por ela poderemos perceber a diferença, sua areia é ligeiramente diferente e as águas são um pouco mais agitadas. Outra diferença é a existência de formações rochosas que cobrem grande parte de sua extensão, formações que durante as tormentas é comum que estendam grandes colunas de águas elevadas que rompem nas rochas.

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Pernoitamos no estacionamento do Porto de Piriapolis e dia 20/04/2011, chegamos a Montevideo.

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Paramos na rua em frente ao Iate Club Montevideo, próximo ao Mercado do Pescadores. Coordenadas do GPS – S 34o 54, 618’ – W 056o07,848’.

Fomos almoçar no mercado do porto.

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A tarde fizemos um Tur por Montevideo.

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Dia 20/04/2011 pernoitamos em frente ao Iate Clube e dia 21/04 pegamos a estrada com destino ao Arapey.

Uma parada para café……………

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Chegamos ao Arapey ainda no dia 21. Grande surpresa, encontramos um Arapey totalmente lotado.

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Em abril, o Uruguai comemora a Semana Santa com uma grande festa popular e laica chamada Semana do Turismo. Como todos estão de férias por uma semana, é grande o número de campistas nas Termas do país. Por ser um povo com uma tradição muito grande no campismo, a frequência nos campings nesta semana é muito grande.  Com isto encontramos um Arapey que não conhecíamos, pois em todas a vezes que ali estivemos, o movimento sempre foi pequeno.

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No dia 23 começou a saída de muitos campistas e então conseguimos colocar os carros em um box. Aí foi só curtir a aguas quente do Arapey.

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Dia 24 chegaram mais dois amigos de viagem.

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criado por sergiomoritz    22:05:57 — Arquivado em: Sem categoria

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